Mais que um grande reforço, uma mudança de estratégia.

Com a contratação de Weigl, além de termos ido buscar um jogador de potencial acima da média para o que estamos habituado, estamos também a mudar a estratégia.

Há anos que dizemos que sem investimento no plantel não há como vingar na Europa e não há como ser líder categórico em Portugal.
Sim, o contexto da equipa técnica tem influência mas os jogadores são quem tem a maior fatia de culpa pelos títulos ganhos ou perdidos.
Foi assim que perdemos o Penta e foi assim que passámos tantas vergonhas europeias ultimamente.

Sim, o Seixal é uma mina de ouro e tem jogadores de enorme qualidade para potenciar e aparecer, mas achar que uma Academia é a solução de todos os problemas, é não andar a ver Futebol desde a Lei Bosman.

Como também já aqui foi dito, temos de fazer 2 coisas:
A- potenciar os maiores craques da Academia dando-lhes oportunidades,
B- contratar poucos jogadores mas de qualidade inegável para entrada directa no 11 e/ou no plantel principal.

O que andámos a fazer?
A- sim mas em excesso queimando etapas a alguns potenciais craques,
B- contratar muito e mal em vez de pouco e bem.

Esta contratação espero que seja a mudança de paradigma que precisamos, o cocktail perfeito entre jogadores de qualidade categórica para posições deficitárias e jovens da academia que tendem prodígio.

Era termos eleições todos os anos e se calhar estávamos noutro patamar enquanto Clube e Equipa 

Siga para bingo, venha o Vitória!
(o Clube, o Rui deixai-o estar…)